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A Arte de Pertencer: quando cultura e inclusão caminham lado a lado

  • Falando em Cultura
  • 15 de out. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 24 de out. de 2025


Em um país onde o acesso à cultura ainda é privilégio de poucos, o projeto A Arte de Pertencer, promovido pelo Pertence, surge como uma ponte entre inclusão, autonomia e cidadania.


A iniciativa, que chegou a sua sétima edição em 2025, oferece oficinas culturais gratuitas, como teatro, dança e música, voltadas a pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade socioeconômica.


Os encontros presenciais acontecem em Porto Alegre (Rua Gonçalves Ledo, 473 – bairro Partenon), contando ainda com aulas virtuais abertas a participantes de todo o Brasil. Em 2024, chegou a São Paulo com oficinas presenciais.


Mais do que um espaço de aprendizado artístico, as oficinas se tornaram ambientes de crescimento pessoal, onde a arte estimula a autoestima, fortalece vínculos sociais e assegura o acesso aos bens culturais, reconhecido pela Constituição como um direito social fundamental.


Pertence: quando a ciência se encontra com a emoção


O Pertence é reconhecido como uma organização de referência em inclusão social, com uma metodologia inovadora que combina ciência e emoção – conceito que a instituição define como “neurociência afetiva”.


Essa abordagem busca promover autonomia e independência para pessoas com deficiência em diferentes dimensões da vida: social, cultural, educacional, desportivo, profissional e habitacional.


A instituição, que completou 14 anos em 2025, começou com encontros sociais e atividades culturais voltadas a jovens com deficiência intelectual. Com o tempo, o Pertence se expandiu, e hoje oferece mais de 13 modalidades de oficinas e clubes, abrangendo desde atividades artísticas até tecnologia e desenvolvimento pessoal, consolidando-se como uma iniciativa transformadora.


Impactos sociais e alcance do projeto


O projeto A Arte de Pertencer promove o acesso democrático à cultura e estimula o desenvolvimento pessoal e artístico dos participantes.


O Pertence já alcançou mais de 1.000 pessoas com deficiência em seus programas e iniciativas inclusivas, reforçando que a cultura não é um luxo, mas um direito, e que ela pode atuar como um instrumento de justiça social, ampliando oportunidades e fortalecendo o senso de comunidade.


Quando a arte se torna acessível, ela deixa de ser apenas expressão estética e passa a ser expressão de cidadania.


Assista ao vídeo de apresentação do projeto no canal do Pertence no YouTube: https://youtu.be/XOUDtEqfY0Y?si=Wybz1q9DcWIdsEFs



 
 

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