top of page

Um festival que segue garantindo diversão e acessibilidade para todos

  • Falando em Cultura
  • 27 de jan.
  • 2 min de leitura

Atualizado: 28 de jan.


Faltando poucos dias para o início do Planeta Atlântida 2026, a expectativa em torno da infraestrutura de acolhimento é alta. O festival, que acontece nos dias 30 e 31 de janeiro, consolidou um processo de evolução que ganhou um protagonismo muito maior recentemente. Como CEO do Falando em Cultura e produtor de conteúdo especializado, carrego a memória de ter estado no evento em 2009, mas foi na edição de 2025 que a questão da acessibilidade se tornou verdadeiramente evidente e robusta. Ao retornar agora, o objetivo é analisar como esse padrão, elevado no último ano, será ampliado para garantir uma experiência de excelência.

Para esta edição histórica, o compromisso com a autonomia se traduz em ações distribuídas por toda a Saba. A Central de Acessibilidade será o ponto de referência ininterrupto para orientação e suporte, facilitando o atendimento de demandas específicas. Na logística de deslocamento, a produção preparou um sistema que inclui acessos exclusivos, veículos identificados e transporte adaptado, operando em conformidade com a legislação brasileira. Para quem produz conteúdo e analisa os bastidores, é perceptível que o nível de entrega subiu de patamar, tratando a inclusão como parte fundamental do planejamento.

Entre os recursos confirmados, destaca-se o KIT LIVRE, equipamento que facilita a locomoção pelas extensas áreas do gramado ao transformar cadeiras de rodas manuais em triciclos elétricos. O olhar atento da produção também abrange a neurodiversidade por meio dos kits sensoriais. Com abafadores de ruído e itens de conforto, esses materiais atendem pessoas sensíveis a estímulos sonoros intensos, reforçando que a acessibilidade moderna deve considerar as diferentes formas de percepção do ambiente.

A autonomia também foi planejada para os momentos de consumo na praça de alimentação, com balcões em altura adequada, cardápios em braille e atendimento capacitado para reduzir barreiras. Somam-se a isso os banheiros adaptados e as rotas de circulação livre de obstáculos. No campo da comunicação, intérpretes de Libras estarão estrategicamente posicionados, permitindo que a comunidade surda acompanhe não apenas os serviços, mas a própria emoção dos shows em tempo real por meio da tradução simultânea.

Ao consolidar essas práticas para os dias 30 e 31 de janeiro, o Planeta Atlântida reafirma um legado de acolhimento que se fortaleceu visivelmente nos últimos anos. Para quem comunica e vivencia o dia a dia cultural, fica claro que o entendimento sobre o tema amadureceu, transformando o evento em um ambiente onde a diversidade é celebrada com a competência técnica que o público e os profissionais de mídia esperam de um festival deste porte.


Foto: Cintia Lentilha / Agência Preview



 
 

Falando em CULTURA
Trazendo a você uma nova visão sobre arte, entretenimento e inclusão.

Diretos Autorais Reservados
bottom of page