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Quando a cultura atravessa o cotidiano: Os fatos que marcaram nosso ano

  • Falando em Cultura
  • 1 de jan.
  • 2 min de leitura

Ao longo de 2025, a arte esteve presente não como exceção, mas como parte do dia a dia. Entre palcos, plateias, shows e espetáculos, seguimos atentos, presentes e em movimento, acompanhando de perto aquilo que faz da cultura um território essencial de encontro, reflexão e sentido.


O ano começou em janeiro com Nós em Off, abrindo espaço para narrativas íntimas e sensíveis. Em fevereiro, o olhar se voltou para temas ligados ao corpo, à identidade e à força feminina, com Se Meu Ponto G Falasse e Frida, duas obras que dialogam diretamente com experiências pessoais e coletivas.


Março trouxe histórias familiares e memórias afetivas com Gostava Mais dos Pais e Vital, enquanto abril marcou um dos encontros mais impactantes do ano com Tom na Fazenda, espetáculo que deixou marcas profundas pela intensidade e pela forma como provoca o espectador.


Em maio, Dois de Nós reforçou o valor das relações humanas e dos vínculos afetivos. Junho foi atravessado pela presença marcante de Lady, seguido, em julho, por Lady Tempestade, ampliando o diálogo entre força, fragilidade e resistência.


Agosto abriu espaço para o imaginário com Peter Pan, lembrando que fantasia também é ferramenta de reflexão. Setembro foi um dos meses mais intensos do ano, reunindo Casino da Alegria, Pequeno Monstro, Meu Corpo Está Aqui, Sonho Elétrico, Por Que Não Nós e Autobiografia, de Paulo Betti, compondo um mosaico potente de estilos, linguagens e temas.


Foi também em setembro que aconteceu um marco pessoal e profissional importante. Como estudante de jornalismo e pessoa com deficiência, Nataniel foi convidado a atuar como credenciado para a divulgação e cobertura do Porto Alegre em Cena. A experiência envolveu acompanhar o festival desde a comunicação inicial até a presença nos espetáculos, contribuindo diretamente para a criação de conteúdo publicado no site. Esse primeiro credenciamento representou um passo fundamental para quem deseja atuar profissionalmente no jornalismo cultural, reafirmando a importância do acesso, da inclusão e da presença nos espaços onde a cultura acontece.


Outubro seguiu intenso, com O Céu da Língua e Cenas da Menopausa, além do show do Maneva, ampliando o diálogo entre teatro e música. Em novembro, A Lista, O Figurante e Bailei na Curvaencerraram a temporada teatral do ano com emoção, memória e consciência histórica.


Dezembro fechou o ciclo com música e celebração. O show Ivete Clareou simbolizou o encontro entre público, energia coletiva e alegria, lembrando que cultura também é festa, encontro e respiro.


Mais do que uma agenda, 2025 foi um percurso. Cada mês trouxe experiências que ajudaram a moldar o olhar crítico, a escuta sensível e a construção de conteúdo para o Falando em Cultura, servindo também como base para a criação de novos projetos e caminhos editoriais. Um ano em que a cultura não apenas foi assistida, mas vivida.

 
 

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